Conferência “Reconhecimento do GOL em 1802 – Interesses em confronto”

Reconhecimento do GOL em 1802 - cartaz

No dia 13 de Dezembro de 2013, sexta-feira, pelas 19.00H, o Museu Maçónico Português leva a efeito no Palácio Maçónico, Rua do Grémio Lusitano nº 25, em Lisboa, a conferência Reconhecimento do GOL em 1802 – Interesses em Confronto, a apresentar pelo Dr. Manuel Pinto dos Santos, no âmbito do ciclo Sextas da Arte Real. Continuar a ler

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José Cabral e Lei n.º 1901

A Lei n.º 1901, de 21 de Maio de 1935, da República Portuguesa, foi um diploma que visou a ilegalização e dissolução de sociedades ditas secretas em Portugal.

Sobre José Cabral

No clima político vivido em Portugal com a implantação do Estado Novo, o deputado José Cabral, então director-geral dos serviços prisionais, monárquico e antigo nacional-sindicalista apresenta, em 19 de Janeiro de 1935, na Assembleia Nacional, o projecto de lei n.º 2, visando a extinção das associações secretas.  O projecto adoptava uma definição de associação secreta que tinha em vista atingir a Maçonaria e a Carbonária, sendo que esta última provavelmente já não existiria.

O projecto de lei sobre as associações ditas secretas, também previa sanções aos que pertencessem a qualquer tipo de “associação secreta” independente das finalidades da organização.

No discurso que proferiu na Assembleia Nacional, em 5 de Abril de 1935, argumentando em prol da ilegalização da Maçonaria, José Cabral afirmou a dado passo:

Eu sei de Estados que a não toleram. Estados de características idênticas ao nosso: Estados fortes, autoritários, norteados apenas pela noção firme do bem comum e, assim, sei que a Maçonaria foi exterminada pelo Estado fascista que declarou incompatível com a sua própria existência. Nós temos uma doutrina e somos uma força, disse Salazar, e das mesmas fronteiras, com a doutrina e com a força da Maçonaria“.

Ver mais em:  Wikilusa.com

As sociedades secretas e a revolução

Confundir o papel da Maçonaria e da Carbonária no período que levou à implantação da República é um erro comum, mas grosseiro. Eram em tudo distintas, embora lutassem as duas pelo fim da Monarquia. Quando o regime caiu, os seus destinos também foram bem diferentes. Continuar a ler

Quais são os Valores da Maçonaria de Hoje?

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CLIPSAS reúne em Nova Iorque. De 14 a 16 de Maio de 2010, realiza-se em Nova Iorque a 49ª Assembleia do CPLISAS (Centro de Ligação e de Informação das Potências Signatárias do Apelo de Estrasburgo), organização internacional que reúne dezenas de Obediências da maçonaria não-dogmática dos vários continentes.

Será discutido o tema num Colóquio aberto:  “Quais são os Valores da Maçonaria de Hoje?”. Continuar a ler

Apelo de Estrasburgo

As Potências Maçónicas Soberanas reunidas em Estrasburgo, em 22 de Janeiro de 1961.

CONSIDERANDO

Que é imperioso restabelecer entre todos os Maçons a Corrente de União rompida por lamentáveis proibições contrárias aos Princípios das Constituições de Anderson de 1723;

*Que para esse efeito é mister pesquisar juntas as condições que determinam a qualidade de Maçom, levando em conta as tradições, ritos, os símbolos e crenças respeitando a liberdade absoluta de consciência.

ACREDITAM

Que o facto de abrir os trabalhos mediante a invocação do Grande Arquitecto do Universo e de exigir que uma das Três Luzes seja o Livro Sagrado de uma religião revelada deve ser deixado à apreciação de cada Loja e de cada Obediência.

DECIDEM E DECLARAM

Estabelecer entre elas relações fraternais e abrir as portas de seus templos, sem condição de reciprocidade, a todo Maçom ou Maçona que tenha recebido a luz em uma Loja Justa e Perfeita, desde que a especificidade maçónica da Loja ou da Obediência permitam essas visitas.

LANÇAM UM APELO

A todos os Maçons para que se unam a essa Corrente de União fundada sobre uma total liberdade de consciência e uma perfeita tolerância mútua.

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Ordem Maçónica Mista Internacional

A Ordem Maçónica Mista Internacional “Le Droit Humain” normalmente designada como “O Direito Humano” em português, “Le Droit Humain” ou “Droit Humain” internacionalmente é uma Obediência maçónica universal que se constituiu pelo esforço conjunto de Maria Deraismes e Georges Martin bem como outros homens e mulheres iniciados. Esta Obediência maçónica em contraste com outras Obediências maçónicas que só operam com base numa jurisdição estadual regional ou de âmbito nacional insere-se no quadro das Ordens globais sendo uma fraternidade universal com um organismo em cada um dos países em que opera, em Portugal, esse organismo é uma Federação

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Aurélio Paz dos Reis

Aurélio Paz dos Reis

Aurélio Paz dos Reis (Porto, 28 de Julho de 1862 — Porto, 18 de Setembro de 1931), comerciante em sua cidade natal, revolucionário republicano, maçom convicto, é considerado o pioneiro do cinema em Portugal visto ter sido o primeiro português que produziu e realizou um filme no seu país, A Saída do Pessoal Operário da Fábrica Confiança, que é uma réplica do primeiro da história do cinema, rodado em França pelos irmãos Lumière, em (1894 – 1895) La Sortie de l’usine Lumière à Lyon.

O chamado Kinematógrafo Português – designação usada por Paz dos Reis para referir o cinematógrafo inventado pela família Lumière – foi apresentado em sessão pública no Porto, junto com outros onze «quadros», sete nacionais e onze estrangeiros, no Teatro do Príncipe Real, mais tarde chamado Teatro Sá da Bandeira, no dia 12 de Novembro de 1896.  Eram filmes com a duração de cerca de um minuto.

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Constituição de Anderson

Constituição de Anderson

Para se ser maçon não basta a auto proclamação. É necessário que o homem seja convidado, ou seja, é fundamental que tenha sido iniciado, por outros maçons, cumprido com os seus juramentos e obrigações sejam elas esotéricas ou simbólicas e esteja integrado numa Loja regular, numa Grande Loja ou num Grande Oriente, devidamente consagrados, consoante as terminologias tradicionais, ditadas pelos Landmarks ou a Constituição de Anderson.

Faça o Download da Constituição de Anderson

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Emílio Rui Vilar “A Criação Cultural no Espaço Europeu”

Emílio Rui Vilar

Emílio Rui da Veiga Peixoto Vilar (Porto, 17 de Maio de 1939) é um jurista e político português. Licenciado em Direito, pela Universidade de Coimbra, em 1961. Cumpriu serviço militar entre 1962 e 1965, e assumiu funções directivas no Banco Português do Atlântico em 1969, onde permaneceu até 1973. Foi o primeiro presidente da SEDES, em 1970 […] Actualmente e (desde 2002) é presidente do Conselho de Administração da Fundação Calouste Gulbenkian

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